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Organização
Thaíse Nardim
Ludmila Castanheira
Rodrigo Emanoel Fernandes
Anfitrião
Renato Ferracini
Entrada livre,
mas uma garrafa de vinho será muito bem recebida
Mapa de Percurso
Rota pra quem vem de carro: a partir da entrada de Barão Geraldo (distrito de Campinas), seguir pela Avenida Santa Isabel até encontrar o supermercado "Super Barão". Vire à direita na rua Armando Sebastião Bonomi e à esquerda naRua Luís Vincentim Sobrinho. Vire à direita na Rua Abel José Bonomi, 60
Mapa de Percurso
Programação das Performances Confirmadas:
(listadas por ordem de inscrição, não necessariamente ordem de apresentação)

Dora Selva
Dora Selva & Rodrigo De
São Paulo/SP
Um corpo que não pode parar, um corpo que busca o limite: até onde posso ir dessa maneira? Como

Pieza 2: Entre El placer y La inocencia
Colectivo Madre Araña
Pieza 1: Eren Blancarte, Verónica Cristiani, Juana Sabina Ortega, Esmeralda Pérez Tamiz, Marisol Pérez León, y Ruth Vigueras Bravo.
Pieza 2: Eren Blancarte, Esmeralda Pérez Tamiz y Ruth Vigueras Bravo.
Distrito Federal/México
Pieza 1: Desde uma primeira instância, pretende-se antepor um contraste entre a podridão, a pureza e o suntuoso, com o profano, impuro e pagão. Partindo dos estereótipos ou clichês sociais atuais, que, apesar dos fenótipos diversos que marcam tendências em função da modernidade, não deixam de se reger em grande parte, pelos cânones de a modernidade, não deixam de se reger em grande parte, pelos cânones da moral e “bom comportamento” que delimitan ainda, instâncias religiosas cuja ideologia segue sendo a mesma que se professava desde épocas antigas. O corpo contrapõe-se como uma fonte de desejos, de prazeres, de emoções, de ficções, de realidades e convívio. A atmosfera na qual prevalecerá a cor branca, remete à pureza do indivíduo e a insígnia da cruz alude ao conflito próprio do bem e do mau.
Pieza 2: A peça de performance confronta-se com público com elementos antípodas (violência e prazer); por médio de uma crítica com função reflexiva em meio à violência sexual na infância, da qual se derivam certas condutas e traumas. Estas, se vêem refletidas na idade adulta somadas a comportamentos delictivos sócios a parafilias e se caracterizam por impulsos sexuais intensos, recorrentes fantasías que implicam objectos, actividades e situações pouco habituais. Nesta acção cria-se um universo em onde a variedad da vida se despliega e se celebra através de múltiplas relações comummente denominadas perversas. Contrapõem-se estes elementos à moral e às normas sociais estabelecidas. Neste sentido o universo da perversión joga com os limites da razão. Aceita uma ingenuidad interrompida empero que a sua vez rebasa a antinomia entre a inocência e culpabilidad. Uma inocência ontológica: a qualidade daquilo que não precisa justificativa, que não tem finalidade mais que sua própria intensidade. Freud menciona: “Existem casos de sexualidad infantil a temporã idade com condutas de masturbación entre outras parafilias sexuais.” No entanto, estes trastornos derivados de condutas sexuais autoeróticas a temporã idade aunada a circunstâncias violentas, produzem mal-estar clinicamente significativo ou deterioro social e baixa autoestima.

André Magalhães Liza
São Paulo/SP
Consiste na Insatisfação e na instabilidade do meu ser. Descontentamento.

Ludmila Castanheira
Campinas/SP
une fleur qui ressemble à mon rouge ideal
(hommage à Thiago Buoro et son Baudelaire)

Lúcio Agra e Grasiele Sousa
São Paulo/SP
Inspirados no episódio bíblico e simbólico da queda (pecado original) a proposta sugere que o público faça o papel do anjo exterminador, isto é, o guardião das portas do paraíso.
Propor uma investigação da relação entre a forma vista com o corpo que assiste, e essas interrogações se misturarem, faz parte de uma pesquisa da performer que busca obsessivamente ver no outro as recusas ao próprio corpo. Explorar a possibilidade de a partir das relações entre os corpos presentes, descobrir os limites entre o corpo integrado e o corpo marginal.

Luísa Nóbrega
São Paulo/SP
com os olhos cobertos por tapa-olhos e sapatos vermelhos de salto apertados, a performer irá dançar até chegar a seu ponto máximo de exaustão física. a cada vez que cair no chão ou por qualquer outro motivo fizer uma pausa brusca, ela terá trinta segundos para se levantar e recomeçar a dançar

Ricardo Alvarenga
Performer: Ricardo Alvarenga
Música: Kleiner Kaverna
Uberlândia/MG
Composição de imagens e relações autobiograficas marcadas por vertigens identitárias de um corpo socialmente branco, mas tipicamente mestiço, que sob o estigma do “cabelo ruim” descobre novas camadas relacionais ao deixá-lo crescer . A este fenótipo, soma-se traços microscópicos de uma doença étnica africana em que hemácias sob determinadas condições, tomam forma de foice e morrem.

Flávio Rabelo
Campinas/SP
um performer, um batom e uma filmadora numa provocação sobre o cotidiano, indentidades e gêneros. mais uma série do Projeto ,corpoestranho,

Thaíse Nardim
Palmas/TO
Imobilizada, a performer terá os seios cobertos por uma calda doce e de cor vermelha, à temperatura média de 100º. Após a cristalização da calda, o público estará convidado a intervir sobre o corpo da performer de acordo com sua vontade.
Shima
São Paulo/SP

Adriel Visotto
Belo Horizonte/MG
O vídeo é o registro de uma ação que trabalha com a categoria pictórica do retrato, propondo uma reflexão sobre a contaminação dos meios tradicionais pelas novas mídias, e trazendo questões de problemas sóciais de ordem pública através das sensações de desconforto e estranhamento.

Murilo de Paula
São Paulo/SP